Timelei - Porque acreditamos em sexo à primeira vista!
Cheque especial é o ópio do povo.  
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O futuro é agora


Chique é ser rico!



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O dia-a-dia de quem acredita em sexo à primeira vista.

Devaneios, contos, observações, notícias, masturbação mental, chutes, cultura inútil, inutilidade útil. A vida em dose dupla, sem gelo, sem mentira, sem viadagem.


 


17.05.04

Casa do demônio!!!


Hoje eu abri o Orkut e vi isso aqui:

Today's fortune
Our first and last love is… self-love.

É sério isso? Sendo o Orkut uma iniciativa do Google - uma empresa considerada “moderninha” - era esperado que eles tivessem certas atitudes ousadas, mas admito que essa defesa apaixonada do auto-amor manual eu não esperava.

Bem, que sou eu para contrariar? Vou pegar as fotos da Juliana Paes que Tio Google me deu e seguir o conselho do próprio.

Só vou ficar puto se amanhã eles mudarem de idéia e começarem com aqueles papos sobre como é difícil navegar na internet cego e cheio de cabelos nas mãos.




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15.05.04

Minha vida de proletariado


A verdadeira força da Lei de Murphy está nas pequenas aporrinhações.


Furacões no sul do Brasil, atentados terroristas derrubando prédios, terremotos no Japão. Esse tipo de coisa não é obra do velho Murphy, que dizia sobre o fato de tudo terminar inevitavelmente errado ser apenas uma questão da existência (ou não) de qualquer mínima chance de não dar certo.

Hein? Enfim, vocês entenderam.

Grandes catástrofes naturais ou humanas não podem ser creditadas ao maior filósofo da humanidade. Esse tipo de acontecimento de certa forma já estava marcado para acontecer. Alguns chamam isso de destino. Eu prefiro acreditar que são acontecimentos simplesmente muito grandes para o acaso fazer tudo sozinho.

Já o fato de o ônibus estar lotado apenas nos dias em que eu estou carregando alguma sacola, isso é a Lei de Murphy em ação!

Em dias comuns, onde carrego apenas minha pasta de trabalho transversa (sim, é aquela bolsa que a alça fica em diagonal no corpo! Eu chamo de pasta para soar menos gay) e conto com toda a minha agilidade para atravessar as movimentadas ruas do centro do Rio de Janeiro, os ônibus aparecem sempre miraculosamente vazios. Basta entrar no coletivo e escolher o assento. São diversas opções de companhia, desde a viagem egoísta na janela até a companhia da velha tuberculosa, passando pelo cara de terno surrado que pode ser vendedor de seguros ou pastor evangélico.

Mas basta chegar o dia onde algo não caiba na minha bolsa (pasta!). Não importa o tamanho, pode ser uma sacola de academia, um documento que não pode amassar ou mesmo um saco de pipoca. A questão é ser algo que ocupe pelo menos uma das minhas mãos para ser carregado, pois sempre que estou com apenas uma mão livre não existirá assento idem.

Uma sacola é meu passaporte para uma agradável viagem de uma hora em pé, exercitando a nobre arte de equílibrio enquanto um motorista lunático fica punhetando o freio na esperança de ganhar o bolão feito com os colegas de profissão. Então, quem vai ser o primeiro a derrubar um velhinho manco?

Nossa, esse post está uma merda. Mas tem como escrever algo decente sobre andar de ônibus? Aliás, teria sim, se por acaso alguma mulher tivesse visto o clássico "A dama da lotação". Infelizmente Murphy não conhece esperança.




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