Timelei - Porque acreditamos em sexo à primeira vista!
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O dia-a-dia de quem acredita em sexo à primeira vista.

Devaneios, contos, observações, notícias, masturbação mental, chutes, cultura inútil, inutilidade útil. A vida em dose dupla, sem gelo, sem mentira, sem viadagem.


 


03.01.05

Guia de Banheiros Timelei - Banheiro do Chico Buarque



É uma merda estar na rua doido para soltar aquele churros e não ter um banheiro adequado para tal. Na verdade, não é uma merda e a merda é justamente essa.

Para tirar do sufoco milhares de jovens angustiados é que chega esse guia. Você nunca mais suará frio sem saber se o banheiro do boteco da esquina é asseado, se é pecado soltar o terço na pivada da igreja ou se é uma boa pedida acessar o banheiro do cyber café para fazer um download com a sua banda larga.

Os critérios foram bem simples. Munidos de um rolo de papel na mão e uma merda no cu, nossas nádegas cabeludas e sebentas avaliaram os banheiros sob o seguinte critério: facilidade, limpeza, acessórios, últimos visitantes, conteúdo literário e finalmente, ventilação.


Nenhum banheiro escapou de nossos olhos abertos:

Não vale a merda deixada.




Alivia mas não convence.




Tão limpo que você poderia jantar no bidê.




Banheiro do Chico Buarque

Devido ao sucesso da música “Marcha ré” relatado na parada anterior de nossa viagem, o Vaticano, decidimos nos embrenhar com mais fervor no mundo dos grandes astros da MPB, a música popular brasileira.

Não confundam com “música popular de banheiro”, um termo que tanto pode designar as partes de melodias famosas que cantamos enquanto consultamos nossos intestinos perguntando “vai para o trono ou não vai?”, quanto os sons produzidos a partir do impacto fecal na água. Esta última, no entanto, independe de qualquer talento pessoal, já que a quantidade de fibras ingeridas a cada refeição conta mais do que uma afinação decente.

Não foi difícil escolher o banheiro de Chico Buarque como a próxima parada em nossa viagem. Enquanto figura consagrada na cultura brasileira, o craque do Polytheama está sempre em evidência na mídia e as mulheres não cansam de afirmar que o autor de tantas músicas de sucesso com nomes de fêmeas abatidas (Beatriz, Angélica, Bárbara, Lola, Luisa, Sílvia...) também caga cheiroso.

Pois bem, chegou a hora de provar. Cada membro de nossa equipe comeu dois croquetes de camarão com catupiry na rodoviária antes de seguirmos para o nosso destino cheios de entusiasmo e gases.

Os gases, aliás, foram nossa melhor arma para dispersar a multidão de mulheres no cio que se aglomerava na porta de nosso astro. Algumas bombas de efeito moral foram suficientes para furarmos o cerco de progesterona e adentrarmos na residência e investigar onde Chico Buarque faz todo dia tudo sempre igual quando acorda às seis horas da manhã.

O banheiro privativo da suíte, onde certamente muitas grandes composições nasceram, é de certa forma normal, fato que revela a faceta humilde do grande Chico, que não nega suas raízes mas faz questão de dar descarga e deixar a tampa abaixada, mostrando mais uma vez porque é um raro tipo de homem que entende a alma feminina.

Além de exímio comedor, Chico é um amante da natureza e da reciclagem de lixo. Ao menos foi a primeira conclusão que chegamos ao reparar que o papel higiênico era, na verdade, formado pela união de milhares de bilhetinhos femininos contendo telefones e declarações de amor incondicional. A segunda conclusão é que provavelmente ele não liga no dia seguinte e a terceira é que não queremos saber o que ele faz com as calcinhas que as fãs mais dedicadas jogam no palco.

Para encerrar nossa matéria, fizemos um derradeiro esforço de reportagem e depois limpamos tudo com o sensacional papel higiênico, que não só proporciona uma sensação de poder inigualável como também deixa um cheirinho agradável de limão.

Na saída ainda conseguimos alguns trocados vendendo o material produzido embalado como “mais uma obra do grande Chico”. As mulheres compraram tudo e com isso juntamos dinheiro suficiente para pagar a passagem até a próxima parada de nossa viagem.




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