Timelei - Porque acreditamos em sexo à primeira vista!
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Chique é ser rico!



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O dia-a-dia de quem acredita em sexo à primeira vista.

Devaneios, contos, observações, notícias, masturbação mental, chutes, cultura inútil, inutilidade útil. A vida em dose dupla, sem gelo, sem mentira, sem viadagem.


 


28.02.05

É, sim, lá em Acari!


Nem um bilhete de despedida, um último aceno ou ao menos um pedaço podre e esquecido do cano de escapamento para ficar de lembrança. Meu FIAT UNO velho de guerra foi roubado, quer dizer, furtado quando se encontrava estacionado no bairro de Icaraí, na cidade de Niterói.

Pelo menos essa foi a melhor explicação que eu encontrei para o fato de ter estacionado um UNO e encontrar um SIENA seis horas na mesma vaga. Como não havia sinal de reboque e os barulhos naturais de velhice do carro não indicavam nenhuma capacidade de transformação espontânea em outro modelo, acredito que ele realmente foi furtado. Se ao menos o filha da puta do ladrão tivesse deixado um bilhete explicando a situação, não ficaríamos nessa dúvida tola.

Adeus, bravo guerreiro das estradas. Você que já serviu de transporte para celebridades, amigos de fé, mulheres da minha vida e inúmeras caixas de cerveja para aquele churrasco, por agora deve estar desmembrado (tal qual o coitado do Robocop no segundo filme da série) em alguma oficina clandestina de desmanche.

Apesar de ter me deixado algumas vezes a pé no meio da rua, guardarei somente boas lembranças de você, companheiro. Espero que nos encontremos novamente algum dia, quem sabe lá na Feira de Acari.

Boa sorte e vá pela sombra (até porque seu ar condicionado só funciona no inverno).

Felipe Jabá
- O único carioca que conseguiu a proeza de sair do Rio de Janeiro para ser roubado em Niterói.




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18.02.05

Um chopps, dois pastel e três e-mail


O Carnaval é mesmo uma época de congraçamento popular, onde todos pulam e se esfregam sem distinção de sexo, cor, credo ou hábitos de higiene. Mas basta a festa terminar para que as velhas rivalidades voltem ao normal.

Seguem abaixo três exemplos retirados dos 521 e-mails que chegaram na caixa postal do Timelei comentando o post sobre as escolas de samba paulistas.

Exemplo 1 - Aula de geografia e sociologia do Tietê
O samba paulista é uma merda mesmo, aliás, paulista de verdade nem gosta de samba. Agora, procure se informar melhor. Bairro do Anhembi? Isso não existe. Anhembi é um conjunto de pavilhões de exposição para feiras. A Gaviões da Fiel e a Mancha Verde são torcidas uniformizadas de dois dos melhores times do Brasil (onde o futebol carioca não possui representante) que resolveram criar escolas (argh!) de samba. Outra: paulista não usa muito gel, usa cera de abelha e pomadas, porque gel é coisa de suburbano carioca. No fundo acho que você deve mesmo é amar São Paulo, já que não vejo tantos blogs cariocas falando da minha cidade. Se quiser, está convidado a passar um tempinho por aqui para aprender a ser gente. - R.

Exemplo 2 - O cavaco tem motivos para chorar
Existe outra X9 sim. A X9 original é da cidade de Santos, no Litoral de São Paulo, por isso que o nome da escola tem o paulistana. Abraços e parabéns pelo site, é realmente muito bacana! - Eduardo

Exemplo 3 - Sua mãe vai bem?
Um paulista te pegou por trás e não ligou no dia seguinte. Se essa é a sua bronca, você vai encontra outra pessoa já que o Rio é um roteiro do turismo gay mundial. Você está em casa. - Guilherme

Bem, como quem manda aqui sou eu e meu digníssimo colega de trabalho Claudio Formiga, temos total e ilimitado direito de resposta.

De fato, minhas críticas no último post foram dirigidas às escolas de samba paulistas, e não à cidade ou seus habitantes. O que não significa, entretanto, que eu seja um fã da terra da garoa. Aliás, São Paulo é feia de dar dó. Mas devo admitir que a cidade possui qualidades importantes como a variedade de opções de lazer noturno e a quantidade de japonesas (e fêmeas similares) disponíveis.

Para quem não sabe, eu desenvolvi ao longo dos anos de prática enquanto homem-macho-espada-varão uma predileção por mulheres orientais das mais variadas nacionalidades. Freud não explica. Eu não explico. Simplesmente acontece, goste você ou não. Tem gente que gosta de peito cabeludo e eu também não tenho nada a ver com isso.

Infelizmente no Rio de Janeiro temos uma falta crônica de olhos puxados acompanhados de pares de peitos. Quando aparece uma oriental decente é sempre aquele processo demorado de passar no guichê para pegar a senha. Isso quando não tem um malandro que resolve chutar o balde e começa a namorar a menina.

Proponho então uma trégua baseada num simples acordo. Nós exportamos as escolas de samba cariocas para melhorar o nível dos desfiles por aí e vocês mandam em troca um generoso lote de orientais gatinhas. Todo mundo fica feliz e depois, trabalhando juntos, talvez a gente descubra quem afinal é o tal do Leandro que é o nenê de Itaquera. Ou seria de Vila Matilde. Ah, é tudo a mesma merda.

Abracetas
Felipe Jabá




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10.02.05

Túmulo do Samba


São Paulo é uma terra bizarra e isso não é novidade para ninguém. Acontece que no Carnaval essa sensação de estranhamento que nos faz levantar apenas uma sobrancelha e perguntar "Como é que é?" aumenta exponencialmente.

Basta olhar o nome das escolas de samba paulistas para notar que algo está fora da ordem. Convenhamos que é difícil confiar no talento de sambistas que não conseguem ao menos criar nomes decentes para suas agremiações. Para evitar toneladas de e-mails dizendo que tudo não passa de pura implicância carioca, vejam alguns exemplos:

Leandro de Itaquera
Apesar de não conhecermos o tal do Leandro pessoalmente, até concordamos que ele deve ser um cara legal, que chega nos botecos de Itaquera e paga cerveja para todo mundo. Afinal, que outra explicação teria para uma escola de samba adotar um nome assim?

Nenê da Vila Matilde
Quem inventou essa escola devia achar as piadinhas sobre "chora cavaco" realmente engraçadas.

X-9 Paulistana
O problema de verdade aqui é imaginar a possibilidade de existirem outras X-9 além da paulistana.

Vai-Vai
Como assim? Para aonde? Por quê? E a mãe vai bem?

Gaviões de Fiel
É escola de samba? É time de futebol? O Tevez joga na comissão de frente ou na velha guarda? São tantas perguntas sem resposta. Esperamos apenas que a Portela não siga o exemplo ao contrário e invente um time de futebol. O campeonato carioca já está desmoralizado o bastante.

Mancha Verde
Idem acima com a agravante da dúvida cruel: por acaso eles colocam um porco no abre-alas?

Dito isso, não precisamos nem lembrar que as escolas acima desfilam, assim como no Rio de Janeiro, em um Sambódromo. Só que no glorioso bairro do Anhembi, zona norte da cidade de São Paulo. E por mais que se esforcem para copiar toda a "magia" do "genuíno" Carnaval carioca, continuam parecendo escolas do grupo de acesso. O que, finalmente, nos leva a perguntar: se é tão ruim, por que insistem nisso?

Infelizmente também não sabemos. Para falar a verdade, nem as escolas de samba do Rio de Janeiro são tão legais assim. Mas o fato de estarem por aí desde a época em que bicho só entrava no Carnaval para fazer pele de tamborim gerou tradição e credibilidade. Podemos falar mal, mas é impossível negar que elas possuem um mínimo de coerência e pertinência.

Lamentamos muito, mas a realidade é que os sambistas paulistas precisam abandonar o modelo atual onde claramente nunca poderão competir com os cariocas e criar seu próprio estilo. É simples assim. Ou mudam de estado para aprender direito ou investem em algo que saibam realmente fazer, como falar mal de baiano e ganhar dinheiro vendendo gel para cabelos.




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02.02.05

Guia de Banheiros Timelei - Banheiro do Roberto Carlos



É uma merda estar na rua doido para soltar aquele churros e não ter um banheiro adequado para tal. Na verdade, não é uma merda e a merda é justamente essa.

Para tirar do sufoco milhares de jovens angustiados é que chega esse guia. Você nunca mais suará frio sem saber se o banheiro do boteco da esquina é asseado, se é pecado soltar o terço na pivada da igreja ou se é uma boa pedida acessar o banheiro do cyber café para fazer um download com a sua banda larga.

Os critérios foram bem simples. Munidos de um rolo de papel na mão e uma merda no cu, nossas nádegas cabeludas e sebentas avaliaram os banheiros sob o seguinte critério: facilidade, limpeza, acessórios, últimos visitantes, conteúdo literário e finalmente, ventilação.


Nenhum banheiro escapou de nossos olhos abertos:

Não vale a merda deixada.




Alivia mas não convence.




Tão limpo que você poderia jantar no bidê.




Banheiro do Roberto Carlos

Nossa viagem passou por banheiros suntuosos e muquifos onde nenhum homem jamais ousou abaixar as calças. Atravessamos continentes, surfamos tsunamis e constatamos que a água da descarga pode rodar no sentido contrário, mas merda é merda em qualquer parte do mundo. Um verdadeiro traço (ou derrapada) de união entre todos os povos.

Mas ainda assim faltava conhecer o banheiro de um verdadeiro Rei.

Faltava, pois agora não falta mais.

Roberto Carlos é o nosso Elvis Presley com uma perna a menos, que não engordou, passou da época de tomar overdose, quase virou padre e tem umas manias bizarras, assim como fetiches por mulheres baixinhas e gordinhas que dirigem táxis usando óculos. Mas estranho mesmo é que, apesar de tanta excentricidade, o banheiro do rei seja bastante normal.

Nada de torneiras feitas de ouro ou espelho no teto. O banheiro é de bom gosto, espaçoso e possui um bom acervo literário. O trono aparentemente mostra-se comum, mas é ali que reside o grande atrativo do local. Para descobrir o que se esconde, no entanto, é necessário colocar o intestino para trabalhar.

Não chega a ser obrigatório, mas também não custa nada fazer uma homenagem ao rei quando estiver utilizando o seu trono. Nossa equipe, por exemplo, tomou a liberdade de fazer pequenas adaptações no refrão da música dedicada aos nobres psicopatas urbanos motorizados, os taxistas:

Comi salsicha
tava crua, que maldita
Não estou no palco
mas na louça sou artista

O maior diferencial do banheiro Real então se revela na forma de um complexo mecanismo de pintura e desinfecção, que transforma qualquer tamanho de tolete marrom em pequenas bolinhas azuis no exato espaço de tempo que a gravidade leva para transportar o material da bunda até água.

É realmente impressionante observar o funcionamento dessa maravilha tecnológica. Somente a brilhante mente humana movida pelas bizarras manias de um popstar poderia dar vida ao delírio máximo dos comerciais de absorventes íntimos femininos. Sim, o banheiro de Roberto Carlos é o único lugar do mundo onde sangue de menstruação realmente poderia ser azulzinho.




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01.02.05

Eu não confio em ninguém que goste de Pearl Jam e de Axé Music!


Eu não confio em ninguém que goste de Pearl Jam e de Axé Music ao mesmo tempo. Eu também não confio em quem bebe Ice Tea light de pêssego comendo um Trio ou quem não come salsinha. Acredito que essas pessoas falhariam no rigoroso Teste de Fidelidade do João Kleber sem pestanejar. Mas isso não vem ao caso.

O lance é que não tem como um ser humano de personalidade gostar simultaneamente de Axé Music e Pearl Jam. São duas coisas incompatíveis e que não podem ocupar o mesmo lugar no espaço musical de alguém são. É a mesma coisa que o cara ser vascaíno, mas ter simpatia pelo Flamengo, ou um militante de PSTU gostar dos tucanos. Não sei o porquê, Ara, só sei que não dá, não dá, não dá. E o Araketu é ruim demais.

Apelando para as comparações (que eu considero o método mais fácil de explicar uma teoria para alguém burro, só perdendo para as apresentações em Power Point e o uso didático de marionetes), podemos dizer que um homem que gosta de Axé Music e de Pearl Jam é o equivalente de ser um macho que gosta de mulheres, mas não se importa em comer uns travecos. Utilizando a mesma analogia, seria como uma mulher gostar de fazer sexo anal, mas não pagar boquete nem por decreto.

Neste exato momento, deve ter algumas pessoas putas com essa teoria. Elas estão balançando a sua latinha de Ice Tea e falando: “Mas eu fui no Rock in Rio e me amarrei!” ou um carinha com uma pasta no computador cheia de mp3 do Metallica pensando: “Eu fui em uma Micareta e me diverti pacas!”. Isso não tem nada a ver com gostar. Aposto que a micareta só foi legal para o cabeludinho tatuado porque lá ele conseguiu arrumar alguma baranguinha mais ou menos que seria uma deusa em qualquer show de rock cheio de gordinhas revoltadas vestidas de preto. Com certeza a menina que faz lambaeróbica só apareceu no Rock in Rio porque todos os seus amiguinhos foram. E ela ficou meio desorientada quando percebeu que em um show de rock não existe abadá. “Como assim um show sem abadá? Tem alguma coisa errada aqui!”.

Isso não tem nada a ver com gostar. Eu estou falando daquela pessoa que realmente gosta dos dois gêneros. Na verdade, ela não gosta de nenhum. Ela não gosta é de ficar mal com ninguém. Quando dois amigos dela brigam, ela não toma partido de alguém. A única coisa que fala é “Calma gente, todo mundo é amigo!”. Ela nunca fala mal de ninguém ou critica qualquer ato imbecil de algum conhecido. Geralmente essa pessoa é o filho do meio e provavelmente torce por algum time pequeno, mas simpático, como o Botafogo. E o pior, não dá nem para ficar puto com alguém que não fede nem cheira. Só dá mesmo para desconfiar.

Então, nesse carnaval, dê uma vasculhada na coleção musical dos seus amigos. Se encontrar um Pearl Jam logo depois de um CD da Ivete, fique atento.




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01.02.05

Celebridades


Até que ponto alguém pode chegar para obter dinheiro, fama e sucesso? A coisa mais óbvia que vem a mente é o Big Brother. Ficar trancado em uma casa, aturando o Boninho gritando no seu ouvido de cinco em cinco minutos, vendo um monte de mulher gostosa desfilando de minissaia e sabendo que não vai comer nenhuma. Fazer um monte de provas escrotas, tentar armar todas e mesmo assim saber que vai perder para algum pobretão que vai cair nas graças do público só porque mora em uma condição de miséria.

Acredito que o Big Brother é o grande imã desses malucos sedentos pelo sucesso. Daquele quadro “Eu Tentei” onde eles mostram as fitas dos candidatos, eu tenho o meu “brother” predileto: o Eddie Murphy brasileiro. Quem não perdeu a estréia do BBB5, viu uma das coisas mais engraçadas de todos os BBBs. Achei uma sacanagem os caras não colocarem o Eddie Murphy na casa. E se alguém que estiver lendo isso conhecer o sujeito, pode lhe dizer que sou fã dele.

Mas o que acontece quando o cara é tão fudido que nem para ser negado pelo Big Brother ele serve? Certamente esse sujeito vai procurar métodos alternativos para a fama. Uns comparecem a todos os enterros de celebridades, outros se disfarçam de baleia só para aparecerem no RJTV nos braços do bombeiro Marcos Silva e uns mandam e-mail para cá, como fez esse pirado aqui:

Cara, vc da uma divulgada aqui na pagina da minha animação??
... meus amigos falaram que vao me aloprar quando virem minha animação aqui.. heheh .. falow ae...Abraço !

http://www.brogui.com\\caio\\


Cada maluco que aparece...




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