Timelei - Porque acreditamos em sexo à primeira vista!
Cheque especial é o ópio do povo.  
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O futuro é agora


Chique é ser rico!



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O dia-a-dia de quem acredita em sexo à primeira vista.

Devaneios, contos, observações, notícias, masturbação mental, chutes, cultura inútil, inutilidade útil. A vida em dose dupla, sem gelo, sem mentira, sem viadagem.


 


31.03.05

Ai se Justo Veríssimo visse isso!


Favelado é fogo! Não faz o reboco da casa mas tem dinheiro pra comprar Play 2!




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29.03.05

Fale conosco


O Fale Conosco já está funcionando, podem nos encher o saco como de costume.




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29.03.05

Antropologia de botequim


Descobri sem querer. O que eu pensava ser uma questão cultural do gênero feminino é, na verdade, puramente estética. Para muita gente não deve ser surpresa (pelo menos para aqueles que não são íntimos da burrice como a minha eqüina pessoa), mas eu confesso que demorei a entender que apenas mulheres feias possuem os velhos “truques para segurar homem”.

Você sabe bem quais são. E elas, as desdentadas, tortas ou simplesmente baranguinhas, sabem melhor ainda. Os “truques para segurar homem” variam desde o “só dou depois de apresentar para os pais” até “só faço rosca tailandesa depois do noivado”, mas também incluem atitudes de espionagem e quebra de sigilo telefônico (como olhar as ligações feitas na conta do celular do namorado em busca de números desconhecidos) no caso de suspeita de pulada de cerca.

É compreensível tanto esforço para manter um homem dentro de casa. Apesar das barangas possuírem reconhecida facilidade no trato com machos bêbados, quando sóbrios eles ficam bem mais ariscos. Naturalmente, esse é um problema que mulheres esteticamente privilegiadas não possuem.

Gostosas por natureza ou pelos milagres da medicina, as mulheres que todos amamos (ao vivo ou na privacidade do banheiro) se beneficiam da lei da oferta e procura. Portanto, ao invés de perder tempo criando estratagemas, simplesmente fazem a fila andar. Se o macho titular não quer cooperar, entra em campo o reserva cheio de vontade. Ou seja, em situações normais de temperatura e pressão, o mando de campo é de quem tem vagina.

Exceções existem, claro. As mais conhecidas são as mulheres de jogador de futebol, pagodeiros e afins. Mas isso acontece apenas por obra do vil metal, que corrompe a beleza da vida, mudando a ordem natural do universo e criando uma fila de mulheres altamente férteis na porta de qualquer cabeça de área do Flamengo.




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22.03.05

Pra entender basta um tapa no cigarro...


Hoje estava lendo que fumar é um ato socialmente condenável. Então ponderei: Bala perdida, seqüestro, assalto, homicídio, genocídio, tiroteio no colégio, Severino, Lula, FHC, ACM, FDP, família Garotinho, fome, miséria, desigualdade social, guerras, Bush, Tony Blair, Osama, Bill Gates, Windows, intolerância, racismo, egoísmo, preconceito, novela, burguesia, etiqueta, baixaria, almoço de família, maconha, cocaína, festa rave, pagode, Los Hermanos, axé music, micaretas, desfalque, rombo, economista, advogado, Oncinha pintada, Zebrinha listrada, Coelhinho peludo, telemarkting, futebol carioca, Renato Maurício Prado, Caixa d’agua, fanatismo, cinismo, arrogância, desemprego, inveja, cachorrinho cagando na rua, gente peidando no elevador, abandono, escravidão, cola de sapateiro, pedofilia, Michael Jackson, teste de fidelidade, traição, poluição e extinção. Depois disso dei um trago e concluí que a sociedade é socialmente condenável.




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18.03.05

Aviso e-mail


Devido aos problemas técnicos que tivemos, o "fale conosco" não está funcionando.

Então, caso você queira fazer um comentário inteligente, pode usar o e-mail [email protected] que teremos o imenso prazer de deletá-lo sem ler.




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17.03.05

Barrigadas


Victor Mazzei e a galera do Nadaver.com lançaram um campeonato inusitado no site. Intitulado o 1º Campeonato Internacional Nadaver de Barrigadas. Para sentir como o pessoal tá levando a sério o lance, dá uma espiada no logo do campeonato.

"Nós do www.nadaver.com decidimos lançar o 1º Campeonato Internacional Nadaver de Barrigadas. A competição será dividida em dois estilos: Barrigada Standard (barrigada tradicional) e Free Style (a não-barrigada, porém muito divertida). O vencedor de cada categoria receberá um kit contendo a raríssima revista Nada a Ver Daily, lançada em 1996 e que deu origem a esse site. Para se inscrever é muito fácil: basta enviar uma foto com o seu pulo memorável para o email [email protected] . À medida em que chegarem fotos logo serão disponibilizadas no site. Participe e mostre para todos como se dar bem levando a vida na barriga."

E não para por ai, olha o tratamento que os caras dão para as barrigada enviadas:

Eles afirmam que mandaram um pedido ao COB (Confederação Olímpica Brasileira) para que se transforme num esporte olímpico. Segundo eles, "um reconhecimento mais que justa a esse esporte que, depois da queimada e pé-de-guerra, já é a coqueluche do momento."

Se você quer participar também, clique aqui. Eu não quero ficar fora dessa, então resolvi mandar a foto da minha pior barrigada. Ela foi dada no banheiro da faculdade, um dia depois de um porre homérico:




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02.03.05

Guia de Banheiros Timelei - Banheiro da Lapa



É uma merda estar na rua doido para soltar aquele churros e não ter um banheiro adequado para tal. Na verdade, não é uma merda e a merda é justamente essa.

Para tirar do sufoco milhares de jovens angustiados é que chega esse guia. Você nunca mais suará frio sem saber se o banheiro do boteco da esquina é asseado, se é pecado soltar o terço na pivada da igreja ou se é uma boa pedida acessar o banheiro do cyber café para fazer um download com a sua banda larga.

Os critérios foram bem simples. Munidos de um rolo de papel na mão e uma merda no cu, nossas nádegas cabeludas e sebentas avaliaram os banheiros sob o seguinte critério: facilidade, limpeza, acessórios, últimos visitantes, conteúdo literário e finalmente, ventilação.


Nenhum banheiro escapou de nossos olhos abertos:

Não vale a merda deixada.




Alivia mas não convence.




Tão limpo que você poderia jantar no bidê.




Banheiro da Lapa

Finalmente demos um tempo com nossas excursões em banheiros de artistas, pouco acessíveis à grande maioria da população, e retornamos a nossa grande viagem excremental por toaletes mais próximos do povão. E assim nós, nossas bundas e toda a merda que levamos para fazer esse guia chegaram ao banheiro da Lapa, bairro boêmio do Rio de Janeiro.

Para os que não conhecem, aqueles que ouviram falar mas não sabem direito e todos os outros que são simplesmente burros, podemos dizer que o bairro da Lapa é como o cu da cidade maravilhosa. Está localizado no centro, tem um cheiro característico e nada agradável, é feio, mas todo mundo quer conhecer e quem conhece sempre quer mais um pouquinho.

Reduto esplêndido do samba, da boemia, dos turistas, dos batedores de carteira e dos travestis, a Lapa não é um lugar muito recomendável para colocar a sua bunda à mostra, a não ser que você goste de fortes emoções ou de emoções com um cara forte. Por isso tomamos uma forte dose de coragem e três copos de caipirinha acompanhada com um X-tudão antes de sair de casa. De fato, desnudar os nossos experientes arcos nas dependências sanitárias de um dos milhares de botecos sujos que estão encravados na Lapa, assim como o milho do X-tudão estava encravado em nossos toletes, é um ato que demanda extrema audácia e um sistema imunológico fortalecido.

É quase um experiência antropológica e homossexual revelar a bunda desnuda em um ambiente sexualmente heterogêneo. Na Lapa, você pode encontrar definições de sexo jamais relatadas em seu livro de biologia ou no Queer Eye for a Straight Guy. Homem que troca de sexo e continua se vestindo de homem. Mulher que faz sexo com um travesti disfarçado de pai de família. Pai de família que se veste de mulher só para dar a bunda para uma bicha travestida de lésbica, e por aí vai. A Lapa é uma verdadeira selva, onde todos querem matar a cobra mas nem todos podem mostrar o pau.

Apesar de todos os perigos, estávamos realmente dispostos a revelar em detalhes a bizarra experiência que é um heterossexual sozinho e praticamente indefeso dentro de um cabine de banheiro na Lapa. Infelizmente, porém, nossos intestinos se recusaram a colaborar nesse episódio de "Além da Imaginação" misturado com "Will and Grace" e "Falando de sexo com Sue Johanson".

Tentamos em vão meditar na busca de um nirvana de paz e tranqüilidade, naquela velha estratégia de combater a tensão se imaginando em um lugar feliz, com aroma de flores e papel higiênico mentolado, quando o mundo ainda não era tão complicado e podia ser explicado nos versos do poeta Falcão, o brilhante autor de "Black people car" e "Holiday foi muito":

"Porque homem é homem
menino é menino
político é político
e baitola é baitola"

Enfim, derrotados pelo terror, desistimos de nossa aventura. Moral da história: na Lapa, quem ainda tem prega, tem medo.




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