Timelei - Porque acreditamos em sexo à primeira vista!
Cheque especial é o ópio do povo.  
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O futuro é agora


Chique é ser rico!



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O dia-a-dia de quem acredita em sexo à primeira vista.

Devaneios, contos, observações, notícias, masturbação mental, chutes, cultura inútil, inutilidade útil. A vida em dose dupla, sem gelo, sem mentira, sem viadagem.


 


28.03.06

Erguei as mãos!


O maior truque do Diabo não é fazer todos acreditarem que ele não existe.

Também não é a parceria com a Igreja Universal, onde ele ganha uma comissão para aparecer duas vezes por semana (só quando tem gravação para o programa da TV). Coloca o paletó na cadeira, faz voz grossa, gira a cabeça 360 graus sobre o pescoço, é exorcizado, tira o paletó da cadeira e passa no caixa. É o dinheiro mais fácil deste e do outro mundo.

A grande arte do Cramulhão é parecer com a Elizabeth Hurley.

Aliás, os atores que fazem o chifrudo são sempre mais fodões do que os intérpretes do Todo Poderoso. Para provar meu ponto de vista, basta colocá-los num ringue e imaginar quem sairia vencedor. Al Pacino ou Alanis Morissette? Robert De Niro ou aquele velhinho do filme da Sessão da Tarde?

Mas nenhum deles fica tão bem de colegial quanto a Elizabeth Hurley.




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10.03.06

Sessão devedê II


Prepare seus palitinhos de pegar mosca porque o filme de hoje é...


A quadrilogia(?) Karate Kid
- The Karate Kid (1984)
- The Karate Kid, Part II (1986)
- The Karate Kid, Part III (1989)
- The Next Karate Kid (1994)


Era uma vez um ninja aposentado. Ele era bem fodão e se chamava Sr. Miyagi. Tinha mais poderes que o Mestre Yoda, sendo que nem precisava da tal Força estar (ou não) com ele.

Sr. Miyagi trabalhava como zelador de um prédio caindo aos pedaços e, apesar de provavelmente ganhar um salário de fome, tinha tudo que queria: uma coleção de carros antigos para tirar onda, uma casa com uma cerca enoooorme e litros de saquê para encher a cara nos fins de semana.

Mas o velho malandro não gostava de trabalhar. Por isso precisava de um zelador de verdade e cheio de disposição para cuidar da casa e dos carros. Infelizmente o Sr. Miyagi só arranjou um cara meio viadinho. O nome dele era Daniel San, e era tão baitolo que mesmo com trinta anos na cara ainda falava fino.

No quarto filme, o Sr. Miyagi encheu o saco das frescuras do Daniel San e resolveu trocar o mancebo por uma mulher de verdade. Mas dessa vez foi a Hilary Swank que pediu as contas tão logo notou que nunca ganharia um Oscar com aquela conversa mole de pinta-lixa-encera do mestre do caratê. E assim ela foi aprender a lutar boxe com o Clint Eastwood.

RECOMENDAÇÃO: O Sr. Miyagi é um dos velhinhos mais batutas da história do cinema mundial. Compre a caixa com todos os filmes, assista aos dois primeiros, destrua o terceiro com um poderoso golpe da águia e dê o quarto de presente para alguém que você odeie muito.

Clique aqui para NÃO comprar esses DVDs no Mercado Livre e ajude a gente a pagar a conta atrasada na casa de massagens oriental.




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07.03.06

And the Oscar goes to...


Oscar é sempre chato, convenhamos. Com ou sem cowboys másculos pisando com os dois pés na chapinha, a cerimônia de premiação da Academia é quase tão ruim quanto baile de Carnaval sem álcool.

O prêmio dado à música “It is hard out here for a pimp” salvou a noite. Para quem não sabe inglês, o título significa algo como “É dura a vida de cafetão” e isso foi cantado, com número de balé tosco e tudo, no meio do Oscar.

Pode parecer pouco, mas fazer algo assim no Brasil seria como chamar a Tati Quebra-Barraco para cantar um dueto com o Roberto Carlos num daqueles shows dentro do navio. A platéia de velhinhas batendo palmas, o Rei jogando rosas e a Tati dizendo que Dako é bom.




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